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episódio 75 Miguel Gizzas

O convidado desta semana é o Miguel Gizzas, que é amigo de um grande amigo meu, e através daquelas conversas via facebook, pedi a esse meu amigo para nos pôr em contacto.

Entrei em contacto com o Miguel, que prontamente acedeu a conversar comigo, pois eu vinha “com óptimas referências” (o que é verdade).

Preparei a entrevista da forma que normalmente faço, procurando informação sobre o convidado, ouvindo outras entrevistas, lendo o que escrevem, etc., mas devo admitir que neste caso, fui surpreendido, e contente fiquei por o ter sido. Eu de algum tempo para cá deixei de seguir um “guião” para as entrevistas, permito-me escutar aquilo que me dizem, e o Miguel começou a falar num tema que me interessa bastante, que é a questão da felicidade, e o que é isso de ser feliz.

O Miguel disse-me que é feliz, e que aprendeu há uns anos o segredo para ser feliz (vão ter de ouvir, pois não vou revelar no texto, eheh).

A partir daí a conversa, centrando-se no seu livro, ou melhor romance musical, “Até que o mar acalme”, seguiu pelo caminho do puto curioso que sou que tenta através destas conversas, resolver questões que me inquietam, entre elas, a questão das escolhas, e neste tema em particular, o Miguel fala em não escolhermos algo só porque nos vai dar dinheiro, e vai contra os nossos princípios, pois como ele diz, vai nos “partir todo por dentro”, e que as decisões devem ser tomadas com o coração.

O Miguel formou-se em economia, tem duas empresas, deu aulas de gestão analítica, mas desde sempre teve contacto com a música, e algum dia havia de lá parar, e assim foi.

Falou do processo de “invenção” do conceito inovador de ter um romance, um livro, que por cada capítulo tem uma música que o acompanha, que se acede através de QR codes.

Sobre o fazer coisas, falou que o importante é começar, o estar dentro, a partir daí, temos uma noção bem mais real do que temos pela frente, e é mais fácil criar um plano de acção, e dessa forma não parar.

Há muita coisa nesta conversa que me apetecia referir, mas com o receio de estragar a quem quer ouvir, convido sim a ouvirem mais que uma vez, pois eu sei que o farei.

 

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