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Elizabeth Gilbert e a musa inspiradora

Nesta “TedTalk”, que considero absolutamente fantástica a Elizabeth Gilbert brinca com as coisas sérias do processo criativo, o depois de um grande sucesso, e muitas das questões que os criativos, independentemente da arte, com certeza já experienciaram.

Uma coisa que gosto especialmente é a relação que ela faz referência da luta entre o racional e o “divino” da criatividade, dois mundos que deveriam ser antagónicos, mas que qualquer criativo/criador já questionou.

A Elizabeth Gilbert apresenta uma naturalidade e humor extraordinários, mas ao que parece, segundo o que ela contou ao Seth Godin , a apresentação foi ensaiada durante 3 meses, 4 horas por dia. As pausas, as interjeições, etc.

Achei interessante perceber que tudo aquilo digno de nota tem trabalho por trás, nem que seja o trabalho de parecer não ter.