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Desbloquear

Falar mais Criativo – episódio 26, Desbloquear: dicas de criatividade para especialistas.

Esta semana eu e a Anita Silva, damos uma ajuda aquelas pessoas que por serem especialistas em determinada área, por vezes têm dificuldade em ver soluções inovadoras.

No fundo somos todos, pois todos temos algo em que temos mais conhecimento, e por vezes não conseguimos ver soluções óbvias por estarmos formatados segundo determinadas regras e códigos específicos da área.

A Anita trouxe quatro dicas para ajudar os especialistas a desbloquear, ouçam e fiquem a saber quais são.

Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.

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Falar mais Criativo – episódio 02, Inovação

Este é o segundo episódio de um extra para o Falar Criativo, o falar mais criativo.

Tentaremos dissecar vários conceitos ligados à criatividade.

Neste episódio, eu Rui Branco, e a Anita Silva, tentamos explicar o que é a INOVAÇÃO, e de que forma todos podemos inovar.

Dúvidas ou sugestões, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com.

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episódio 69 Anita Silva

A convidada desta semana é a Anita Silva, CEO da Team Mais, uma empresa de consultoria criativa, e acima de tudo uma pessoa muito divertida.

Conheci a Anita através do Colab Lisboa, e logo na primeira reunião onde a conheci percebi que estava perante alguém criativo, e com muito para partilhar de forma divertidamente séria.

Durante a entrevista foram várias as coisas que retive e que precisei de escrever, como por exemplo, a definição que a Anita tem de inovação.

“Inovação: Concretização eficaz de uma ideia, que tem uma mais valia.”

Isto é, valor é adicionado, sem isso não há inovação, e muitas vezes sinto que o só fazer diferente basta a muitas pessoas para se considerarem inovadoras, eu próprio me incluía há muito pouco tempo atrás.

Falámos da criatividade como capacidade de irmos construindo as coisas, de sermos “criadores” da nossa própria vida, e o importante que isso é.

Outro conceito que me mexeu cá dentro, foi a relação entre criatividade e autoconfiança, que a criatividade tem muito a ver com isso,  “eu sei que sou capaz, e vou fazer”. Vejo por mim, que à medida que a minha autoconfiança se expande, tenho vontade de criar mais, e criar coisas maiores.

O projecto Clowncare, é algo que acho muito interessante, pois durante a minha vida já tive de contactar com a realidade dos lares de idosos, e sei que um palhaço que visita e faz rir, são anos que dão aos idosos, e sobretudo, momentos de ligação e onde a dor se esquece por instantes.

 

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episódio 67 Tiago Nunes

O convidado desta semana é o Tiago Nunes, designer, que tive a sorte de conhecer em Dezembro quando fui a uma “Design Thinking Flash Session” organizada pela With Company, evento partilhado pelo convidado número 11 do Falar Criativo, o Rui Quinta.

O Tiago tirou o curso de Design de Produto da Faculdade de Belas Artes, onde contactou com o lado mais “artístico” do design.

O design como ele próprio se apercebeu, é muito mais do que desenhar coisas, do que compor um flyer, criar um website, ou como muitas pessoas acham, embelezar a coisa para se vender mais caro.

A pós-graduação no ISEG, em Design e Inovação foi fundamental para clarificar determinados conceitos que de alguma forma o Tiago já se tinha apercebido, o design como ferramenta de desenvolvimento de estratégia, de processos.

Este casamento entre um lado mais artístico/criativo, e o lado mais da economia/gestão é algo que me interessa particularmente, pois como pessoa criativa que me considero, tenho alguma dificuldade em ter um pragmatismo económico que me permita viver da enorme quantidade de ideias que me assolam o pensamento.

O Design Thinking (DT) surgiu na vida do Tiago, e como uma pseudo-quase epifania, permitiu-lhe perceber que muitas das coisas que ele já tinha experimentado na práctica, tinha um nome, e havia uma “escola” nos Estados Unidos da Améria, a d.school de Stanford, que oferecia um curso nessa área do DT. Como Stanford estava longe, e havia uma irmã alemã (que também era boa, #palhaçada), rumou até Berlim, onde fez o curso de dois semestres .

O curso fez ver que é fazendo que se aprende, essa componente muito  mão na massa do DT e muito centrada no utilizador é peça fundamental na maneira do Tiago abordar as questões do design.

O Tiago tem um currículo extenso para uma pessoa da idade dele, com experiências internacionais a atestar o valor e capacidade que possui.

Várias vezes o Tiago foi referindo “…tive a sorte…”, mas não me parece que tenha sido sorte, ele faz pelas coisas, gosta bastante do que faz, e faz bem.

Quando lhe pedi para me dizer qual era o “elevator pitch” da With Company, ele disse-me que o Rui Quinta é que é a pessoa da comunicação, mas fiiquei a saber que é uma consultora, uma agência de estratégia de design.

Em tom de brincadeira ofereci-me para ir colaborar com eles, pois quem os conhece percebe que são uns porreiraços, malta muito descontraída que adora o que faz, e por essa razão faz bem, faz muito bem. O ambiente galhofeiro do processo, e do mindset do DT, é sem dúvida algo que gostei muito de experienciar quando tive a oportunidade no Creathon em Cascais.

Como o Tiago refere, as pessoas são a alma do negócio, as pessoas é que fazem a diferença, para mudar uma marca, a mudança tem de começar ao nível do indivíduo, não ao nível de um conjunto de regras e procedimentos.

Foi mais uma conversa que me deixou bastante mais rico, e não falo obviamente de euros.

 

  • Sugestões de Livros
  1. Conversas com Agostinho da Silva.
  2. The Design Of Business do Roger Martin.
  3. Design Driven Innovation do Roberto Verganti.