Tagged joão vitória

Guilherme-Duarte-Blog

episódio 134, Guilherme Duarte

O convidado desta vez é o Guilherme Duarte, autor do blogue “Por Falar Noutra Coisa”, que ganhou o prémio do Blogue do Ano 2016.

Cheguei ao Guilherme através do anterior convidado João Vitória.

cadela-Guilherme_Duarte

 

A cadela do Guilherme que se ouve durante a entrevista.

Livros falados:

  • “Os Maias” de Eça de Queirós
  • “A Aparição” do Virgílio Ferreira
  • “Com o Humor Não se Brinca” do Nelson Nunes

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.

episódio 49 João Vitória

O convidado desta semana é o João Vitória, que é Chief Digital Officer, um desses cargos que só a modernidade nos trouxe. Mas no fundo o João é uma pessoa que gosta de aprender, explorar aquilo que a conectividade via web nos permite.

Eu tomei contacto com o João através do Vasco Durão, o convidado 23 do Falar Criativo, pois os dois têm uma formação em criatividade, o Shaker, onde levam as pessoas a experimentarem vários processos para resolver problemas criativos.

Gostei bastante do facto de o Vasco dizer ao João, “olha, vai falar com o Rui, ele tem entrevistado mais pessoas da área” e isso ser suficiente para o João dizer que sim. Isto mostra duas coisas, que se sugerirmos coisas às pessoas que de facto lhe são favoráveis, no futuro bastará a nossa sugestão e elas irão aceitar pois confiam em nós, a segunda é que se nos mostrarmos dignos e cordiais, o nosso trabalho vai ser reconhecido como merecedor do tempo das pessoas.

Voltando ao João, eu admito que até gosto de tecnologias, redes sociais e esse tipo de coisas, mas estou longe de saber tanto como ele, porém na conversa foi reforçado algo que eu já tinha ideia de ser assim, o facto que as redes sociais são um canal, uma ferramenta, na génese estão as relações entre pessoas, ou como também falámos a relação entre as marcas e os clientes. Como o João refere, as marcas ao virem para o território das redes sociais, estão a abrir uma porta, dessa forma podem entrar coisas boas e coisas más, as marcas ficam mais vulneráveis às críticas, mas também mais próximas de saber o que importa para os seus clientes.

O joão refere que nem todas as redes sociais, ou melhor nem todas estas tecnologias são indicadas para todos os tipos de negócio e todas as marcas, isto é, mais do que receitar uma “injecção de facebook”, há que entender o que é que a marca pretende, e se de facto os clientes de determinado produto ou marca, estão interessados em interagir dessa forma.