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episódio 135, Luis Simões regressa

O convidado desta vez é o Luís Simões, que já cá tinha “estado” no episódio 51, dessa vez via skype, e desta vez ao vivo e a cores.

Episódio 51

A nossa conversa começou onde terminou a outra, isto é, na altura o Luís estava em Hong Kong, e o que falámos foi do que aconteceu a partir daí, e as mudanças que ele como pessoa sofreu nestas aventuras.

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.

 

 

episódio 51 Luis Simões

O convidado desta semana,  é o Luis Simões, um ilustrador e contador de histórias, que decidiu dar a volta ao mundo a desenhar, na sua World Sketching Tour.

Tomei contacto com o Luis, e aquilo que ele anda a fazer atavés de uma partilha do João Vitória no Facebook, onde ele fez o “tag” do Luis. Comentei que gostaria de entrevistá-lo e ele acusou-se. Combinámos logo na altura uma entrevista Skype uma vez que ele está em Hong Kong.

Quando fiz a investigação sobre o Luis e a sua World Skecthing Tour, fiquei fascinado pela coragem de largar tudo e correr mundo na busca de si mesmo e do contacto com os outros.

Sou demasiado agarrado às minhas raízes, aos meus familiares e amigos para o fazer, não porque seja alguém muito “bonzinho”, mas porque é muito mais confortável estar onde conhecemos as coisas e as pessoas. Voar é sempre assustador, mesmo para quem está habituado a não viver com os pés no chão.

O Luis tem algo que cativa, uma verdade qualquer que transparece naquilo que diz, sente-se que não faz isto para provar nada a ninguém, nem para ser convidado para os programas da tarde como exemplo a seguir.

Acredita que esta viagem é algo que tinha de fazer, o desenho como falamos na nossa conversa, é uma ferramenta para viajar, ele é um viajante, o desenho é o seu meio de transporte, da mesma maneira que há outros viajantes que decidem fazer travessias de bicicleta, viagens a fotografar, aventuras de canoa, ou qualquer outro meio que encaremos como capaz de nos transportar para fora de nós mesmos, de maneira a que no fim nos encontremos.

“As pessoas que têm  maior curiosidade de viver, são as que mais arriscam.”

Quero e vou arriscar a viver a vida que tenho a curiosidade de viver. Obrigado Luis pela inspiração.