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episódio 142, H.O.W. – Hostel On Wheels

Os convidados desta vez são o Rodrigo, o Luís e o Hugo, três amigos que decidiram mudar de vida, largar os seus empregos, e criar a sua empresa.
O Hugo é o Hugo Macedo, que eu entrevistei há três anos, e foi por isso que fiquei a conhecer a H.O.W., uma empresa de aluguer de autocaravanas, mas mais do que isso é uma maneira de permitir a outros viverem também eles novas aventuras.
Retirado do site da HOW:
Rodrigo, é o careca, o homem de familia, mulher e filhos, o pacote completa. Fala muito, com toda a gente, não se cala. Adora ski e surf, e qualquer atividade que o faça mexer.

Luis é o viajante, dêem-lhe uma mochila e um bilhete de avião e encontram o homem mais feliz deste planeta. O Luís e o Hugo já viajaram por mais de 50 países juntos.

Hugo é o artista, adora África e o desconhecido. De preferência que consiga capturar esses momentos com a sua máquina.”

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.

episódio 44 Sérgio Kaufmann

O convidado desta semana é o Sérgio Kaufmann, marceneiro que trocou o video pela madeira, e um porsche por uma bicicleta.

O Sérgio foi-me sugerido por um ouvinte do podcast, o Rui Santos, que é amigo dele, e que trabalhou com ele quando o Sérgio era editor de video.

Aquando da sugestão o Rui, mencionou a mudança de carreira do Sérgio como algo que ele achava de valor, trocar uma carreira longa, no topo, bom salário, mas que mudou, sendo uma das principais razão a vontade de ser pai e ter tempo para o filho.

Fiquei logo cheio de vontade de ir conversar com o Sérgio, pois, os exemplos de pessoas que dão importância, às coisas realmente importantes da vida, o ter tempo, para estar com a família, para andar de bicicleta, para ser alguém que faz por ser o condutor do seu dia-a-dia, é algo que me diz muito, pois a escravatura do ter coisas, estatuto, mas não ter tempo, e estar à mercê de um “chefe”, não se encaixa naquilo que quero para a minha vida.

O Sérgio é uma pessoa extremamente acessível, foi fácil criar logo uma ligação com ele, nada de fachada, verdadeiro.

A marcenaria não era algo que o Sérgio tivesse ligação, mas quando, o hoje sócio dele, o Domingos, lhe falou num curso de marcenaria o Sérgio, disse vamos lá a isso, e ao mesmo tempo que tiravam o curso, iam fazendo alguns trabalhos, o que lhes permitia ter mais dúvidas, e dessa forma extrair mais conhecimentos da formação que frequentavam.

O crescimento sustentado da marcenaria “PAU – Marceneiros”, é algo que vejo como essencial nos dias que correm, ganhar, investir, e não pôr-mo-nos a pedir empréstimos que nos tornam escravos de uma mensalidade.

A história do Sérgio fez-me lembrar um livro que já li há alguns anos, que me marcou muito, “O monge que vendeu o seu Ferrari” do Robin Sharma, aqui o título do episódio desta semana podia perfeitamente ser, ” O marceneiro que vendeu o seu Porsche”.