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episódio 151, Inês Vigário

A Inês Vigário foi minha professora na pós-graduação que fiz em psicologia do desporto, é psicóloga, e desde o primeiro momento houve afinidade, sobretudo pela enorme curiosidade que ambos temos.

Na nossa conversa foi difícil não lhe chamar “professora”, e foi esta professora que muito me ajudou na estruturação do trabalho final, dando dicas, acalmando as minhas inquietações e inseguranças por ser um arquitecto armado em psicólogo.

Acho-a uma pessoa genuína, disponível e com uma perspectiva muito humana da performance, que deve ser baseada num ser, mas um Ser maior alinhado com uma perspectiva dinâmica de crescimento. Por essa e outras razões achei que os ouvintes do podcast teriam muito a ganhar com a oportunidade de conhecer a Inês.

Espero que gostem, e eu espero ter a oportunidade de ter muitas mais conversas com ela, tenho muito a aprender.

Facebook da Inês.

O livro referido foi o “Open” do André Agassi.

episódio 144, Nádia Tavares

A convidada desta vez, é a minha colega de pós-graduação, a Nádia Tavares, ex-atleta internacional na modalidade de basquetebol e psicóloga do desporto.

Livros falados:

Para ler o texto mais longo com a minhas reflexões sobre a nossa conversa, tornem-se patronos no Patreon.

 

 

 

episódio 78 Edite Amorim

A convidada desta semana é a Edite Amorim, que conheci através da convidada 69, a Anita Silva, quando estive a colaborar com ela no stand da Team Mais, durante o Festival IN na FIL.

Nos momentos de pausa, fui trocando algumas ideias com a Edite, que me pareceu uma pessoa interessante para conversar sobre estas questões da criatividade, da psicologia positiva, e da relação entre a produtividade/eficácia e ambientes de trabalho positivos.

Liguei-lhe no dia a seguir e expliquei-lhe o porquê de querer conversar com ela para o Falar Criativo. Conversámos bastante, e a Edite disse-me que no dia a seguir voltava para o Porto, e eu disse, ok, fazemos via Skype. A Edite como pessoa que “faz acontecer”, como diz o anterior convidado André Leonardo, disse, que o avião era às 11h30, e que dava tempo. Hesitei ( como diz um amigo meu, às vezes tenho a tendência para arranjar problemas para todas as soluções), mas levei a minha filha mais velha à escola e arranquei direito a Lisboa para levar a Edite ao aeroporto, e lá fazermos a entrevista.

Gostei muito de a conhecer, tenho mantido algum contacto via email com ela, e tenho pena de não ter tido mais tempo para a entrevista.

A Edite, é bastante alegre, o que fez com que por vezes essa alegria me contagiasse e desse por mim a interrompê-la, a querer partilhar as minhas ideias, em vez de a deixar fundamentar aquilo de que tanto sabe, e a esquecer que a entrevista é sobre ela e não sobre mim.

Retirei bastantes coisas da conversa que tive com a Edite, que “para criar alguma coisa, é preciso acreditar que é possível”, um elemento importante de confiança, reforçar a ideia que o Fluir é essencial para uma vida plena, e que precisamos de criar os nossos espaços sagrados, nem que seja o acender de uma vela de baunilha ao fim do dia.

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episódio 58 Elisa de Mira

A convidada desta semana é a Elisa de Mira, psicóloga, entre outras coisas que eu conheci numa palestra que ela foi fazer na escola da minha filha.

Das várias coisas que a Elisa falou na dita palestra, houve algumas que mexeram comigo, a questão das motivações extrínsecas e intrínsecas, o motivar para a tarefa e não somente para um resultado, naquele contexto, as notas escolares.

Percebi que me apetecia conversar mais com ela, e que aquilo que gostaria de falar com ela, interessaria a mais pessoas, ouvintes do podcast, uma vez que as questões de sabermos quem somos, de nos reinventarmos, têm tudo a ver com muitos dos anteriores convidados, e sobretudo com muitos dos seguidores do podcast.

Falámos durante uma hora, e hoje é daquelas situações que me sinto limitado a escrever sobre o que foi falado, que de certa forma, nada do que possa dizer aqui faça justiça ao que foi dito.

Das minhas impressões, no entanto gostaria de salientar o tempo que precisamos para nos encontrarmos, para desse lugar de autoconhecimento, abraçarmos com todas as nossas forças aquilo que queremos, seguro de que as escolhas são nossas, e não aquilo que os outros acham ser o melhor para nós.